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A volta para casa

15 Aug 2015

 

Tal qual o fio de Ariadne que conduziu Teseu pelo labirinto do Minotauro, todos nós precisamos de um fio condutor que nos leve de volta para casa.

 

Às vezes nos perdemos em uma escolha errada; às vezes nos deixamos guiar por um sentimento ruim; às vezes tentamos pegar um atalho em direção aos nossos objetivos e nos perdemos no labirinto da ganância, da inveja, da raiva ou da injustiça.

 

Enquanto berramos e maldizemos o caminho, tudo que o fazemos é torná-lo ainda mais sombrio e obscuro. Nesses momentos, ilusoriamente acreditamos que a vida é a mais pura expressão do caos, que não existe ordem no universo e o medo, a partir deste momento, torna-se nosso guia e nosso mestre.

 

Mas o medo desconhece o caminho de volta para casa e por isso, nos paralisa. Quem seria louco de continuar por um caminho que só lhe traz sofrimento? Paralisar é a melhor justificativa para o medo que se esconde por trás da razão. Até que...

 

Você se lembra porque deu o primeiro passo! Porque saiu da casa do Pai para tão logo retornar. Você se lembra porque aceitou entrar na roda da vida e se submeter a várias encarnações.

 

Para aprender o Amor... e quando você humildemente se rende a ele, uma pequena luz se acende no seu peito e passa a iluminar o seu caminho. Você descobre que não está no labirinto do Minotauro, mas sim, brincando nos jardins da casa do Pai.

 

Tal qual uma criança que faz de uma pedra o seu castelo, você se lembra que tudo não passou de uma brincadeira, que de tão envolvente, lhe pareceu real!

 

Agora você está desperto e por mais que durma e acorde, que nasça ou morra mais um tanto de vezes, você nunca mais se perderá, nunca mais sairá do caminho, porque a partir desse momento, o Amor irradia sua luz para quilômetros ao seu redor. Você se tornou a própria manifestação da luz por onde passa. E é sob essa luz que você encontra vários outros irmãos chorando e sofrendo por não se lembrarem do caminho de volta para casa.

 

Desperto e consciente, só lhe resta uma opção: tocar-lhes gentilmente o ombro e sussurrar em seus ouvidos: você não está sozinho. Está na hora de acordar!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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