Minha Abordagem

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Psicoterapia Existencial. O que é isso? Será que é indicada para mim?

Algumas abordagens tem como objetivo o tratamento ou a cura de uma "doença", "desvio" ou "sintoma", já a psicoterapia existencial busca compreender a pessoa em seus distintos modos de ser, seus sentimentos, valores, particularidades, dificuldades e potencialidades.

O foco da psicoterapia existencial não está apenas para o "sintoma" ou um "problema", mas para a pessoa como um todo, na busca de compreender o que é saudável e o que é doentio para cada um, pois não utiliza classificações prévias sobre "saúde" e "doença", como se utilizam as abordagens mais tradicionais.

 

Dessa maneira, ao invés de encarar assuntos como ansiedade ou depressão, por exemplo, como presença de uma doença mental, a psicoterapia existencial vê essas experiências como estágios naturais em um processo normal de desenvolvimento e amadurecimento do ser humano.
 

Os terapeutas buscam não enfatizar o passado do indivíduo. Em vez disso, trabalham para que a pessoa em terapia descubra e explore as oportunidades de escolhas que estão à sua frente. 

 

Alguns temas centrais da existência humana, especialmente da existência feminina, trabalhados durante a psicoterapia são:

  • a liberdade de ser, estar e fazer o que se acha importante, além das pressões sociais.

  • a responsabilidade consigo mesma, suas escolhas de vida e consequências.

  • o sentido de vida que vai mudando ao longo das fases da adolescência, fases adulta e maturidade.

  • o sentido de questões como casamento, maternidade, carreira profissional, etc.

  • a solidão em meio aos relacionamentos.

  • a consciência da morte e da finitude.